OPINIÃO – Quanto você vale para empresa?
Essa pergunta eu faço pra mim mesmo, quanto você vale para empresa? Depois de algumas experiências passadas e presentes estive pensando nesse tema e estou expondo minha opinião e gostaria de saber a sua opinião.
Após alguns acontecimentos e experiências você acaba percebendo o que a empresa espera de você e vice versa. A empresa precisa que tenha conhecimento em AAAA, BBBB, CCCC, DDDD, EEEE e etc. Isso esta mais claro que agua em uma taça, agora o que a empresa faz para você tenha esse conhecimento, treinamento é a resposta mais obvia só que quando você não vivencia com a ferramenta, não trabalha todo dia a com ferramenta, não acompanha as atualizações, noticias, você acaba não dominando 100% a ferramenta. Outra pergunta quem perde com isso a empresa ou você?
E quando você fica ciente que com um simples estalar de dedos a empresa troca de colaborador como quem troca de roupa, ninguém é insubstituível isso mais obvio que perguntar para macaco se ele quer banana!?!?! Mas com o passar do tempo você acaba conhecendo todos os processos da empresa, sabe como a empresa funciona, tem relacionamento com o cliente, conhece o portfolio da empresa, entende do que a empresa precisa e tem experiência após ter atendido centenas de clientes e você acaba tendo certa importância para empresa, agora se a empresa não percebe isso e fala para a sua pessoa que se ela estalar o dedo aparece outra pessoa no seu lugar, o que fazer? Fingir que nada aconteceu? Ficar esperando que o “dedo estale”? Ir para o mercado? Pedir as contas antes?
Qual o seu objetivo dentro empresa?!?! Ficar na mesma situação em você foi contratado?!?! Esperar pelo reconhecimento? Tomar alguma atitude, qual?
São tantas perguntas e gostaria de saber a opinião de vocês e caso alguém tenha passado por isso compartilhe essa sua experiência.
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Atualização 28/09/2010 – Após alguns comentários e lembrando-se de mais algumas coisas vou adicionar mais informações sobre o assunto. Gostaria de agradecer os comentários de todos, muito obrigado.
Lembrei-me de um vídeo interessante e ao mesmo tempo engraçado do Walter Ludwig, ele comenta sobre o senhor de engenho (Presidente), o capataz (gerente) e o escravo (os colaboradores) e ele fala sobre esses três tipos pessoas, que acaba sendo até engraçado, vale a pena assistir. Quando você “pensa” em pedir aumento, antes pedir pergunte para si mesmo:
- Tem alguém querendo me contratar?
- Quanto você vale no mercado?
Com essas respostas em mãos à chance de sucesso é maior, acho que deveria levar mais algumas informações como resultado da Pesquisa de Satisfação (Se não tive providencia uma), mostrar algum gráfico como atendimentos realizados em um período X, etc. Pense nas perguntas que você vai fazer e nas respostas que pode obter.
O vídeo tem três partes:
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Atualização 12/01/2010 - Um ciclo se fecha e outro se inicia, aprendi bastante coisa, fiz amigos que serão sempre meus amigos e uma pergunta que fico fazendo para mim mesmo, quem perde mais quando o funcionário sai da empresa por esse motivo (falta de reconhecimento) a empresa ou funcionário? No começo do ano olhei para o mural da empresa e reparei que muitas das pessoas nas fotos não estão mais na empresa e vi muita gente passar por ela, cada um deve ter seus motivos ou a própria empresa teve os seus motivos para que isso acontecesse, mas se a pessoa foi selecionada para trabalhar imagino que ela seja talentosa, tenha o perfil ideal para vaga. Onde quero chegar com isso, voltando ao meu caso, à empresa não demonstra interesse em manter você na empresa, não reconhece seu trabalho e quando você cobra algum reconhecimento à empresa pede para você esperar. E uma hora você cansa de esperar e vai atrás de outra coisa.
No começa da semana passada uma empresa ficou interessada em meu perfil e fomos conversar, a proposta é muito boa. Joguei limpo e informei a empresa, falei também que gostaria de ficar e não tinha interesse em sair, mas a empresa não demonstrou nenhum interesse em manter a minha pessoa. Não estou querendo levar mérito com isso e ate mesmo por que não vou ganhar nada com isso, sou o único a conhecer a solução XXX, único que foi treinado na solução ZZZ e conheço todas as outras soluções da empresa. As outras soluções eu não conheço a fundo, mas sei falar sobre a mesma basicamente, sei o fluxo de trabalho, posso orientar o cliente e passar o caminho certo para ele. Agora novamente eu pergunto, quem saiu perdendo com isso?
Imagino agora que a empresa vai precisar contratar outra pessoa, se a pessoa não tiver experiência com a solução à empresa vai ter que treinar a pessoa, investir (tudo que eu já tinha e dominava) nos treinamentos e durante esse tempo de treinamento os clientes vão ser atendidos? Talvez sejam atendidos por outra pessoa, mas e a qualidade? Por que essa pessoa vai ter fazer as suas tarefas e mais essas outras tarefas. Mais uma vez a pergunta, quem saiu perdendo com isso? Caso a pessoa contratada seja experiente e conheça as soluções ela vai ganhar o mesmo que eu havia pedido ou talvez ate mais e a pergunta que não quer calar, quem saiu perdendo com isso?
Fico chateado com essa decisão da empresa, fiz de tudo para ficar na empresa, tenho relatórios que fiz das minhas atividades, tenho resultado de uma pesquisa de satisfação que fiz com índices ótimos e mesmo assim a empresa não reconheceu. Talvez eu não tenha atendido as expectativas da empresa. Talvez se eu soubesse quais eram essas expectativas eu atenderia com certeza.
Agora um novo ciclo começa…
Eu já passei pelos 3 tipos de empresa do ramo, Fabricante, Revenda e Cliente, isso acontece bastante em revenda, que estão sempre buscando o lucro, mas cada tipo de empresa tem seu desafio. No fabricante sempre tem o objetivo de alcançar as metas, e no cliente, que tudo funcione conforme solicitado,
Eu acredito que o funcionário é valorizado pela sua raridade e não pela sua profissão, e a única coisa que vale na empresa, são os funcionários, porque inovação só vêm das pessoas e não das máquinas, e o crescimento da empresa está na capacidade de inovar, então o funcionário passou a ser a chave da empresa. As empresas não devem perguntar para o funcionário quanto você quer ganhar e sim qual é o seu sonho como profissional. A empresa ajudará na conquista desse sonho, dinheiro será somente uma consequência da realização.
@Wilson esse tipo de visão acho que empresa deveria passar para seus colaboradores, muito obrigado pelo feedback é bom conhecer todos os lados da moeda, sera que são somente dois?!?! Bom mais uma vez obrigado
Essa situação é muito complicada, porque no Brasil há sim uma dificuldade muito grande para estudo, preparo uma vez que pagamos impostos em tudo que consumimos em no mínimo 30%, o que dificulta a sobra de dinheiro para cursos, investimento em equipamentos pessoais e etc.
Acho que temos que ter um foco pessoal, e se nos encaixamos com a empresa ela vai reconhecer naturalmente, porém têm-se a visão onde ou o colaborador solicita algo a mais ou a empresa nada faz. E pra isso, tem que começar uma mudança no topo da pirâmide!
Sem mais para o momento, aproveito o ensejo para renovar meus protestos de elevada estima e distinta consideração.
Com escusas pela ignorância, mas acredito que sejam mais de dois lados.
Sem mais para o momento, aproveito o ensejo para renovar meus protestos de elevada estima e distinta consideração.
Eu sou da seguinte opinião:
Existem muitas empresas que não investem nos colaboradores, ou as vezes, os colaboradores são muito bons no que fazem e não são reconhecidos por isso. Em vez de promover um determinado funcionário da casa, busca outro profissional fora não dando oportunidade de crescimento profissional ao colaborador que já conhece a rotina da empresa.
São poucas empresas que “ajudam” na carreira de um funcionário, por outro lado, se um funcionário é muito bom, certamente será reconhecido (por outra empresa) e ai sim terá progresso em sua carreira.
@Ricardo_Y apoiado, obrigado pelo feedback
Senhores, minha opinião é a seguinte: mesmo que a empresa não seja capaz de entender o valor de um braço, esse braço não perde o seu valor. O que eu faria é continuar demonstrando minhas habilidades. Isso independe de reconhecimento, é uma questão de desafio. Quanto maior o desafio, maior é o crescimento. Se o crescimento chegar, o reconhecimento chegará também. Agora se o reconhecimento não chegar, não tem problema, o desafio ainda existe.
@Anderson Carvalho, desafios sempre existem e cada vez que passa temos novos desafios e responsabilidades. Mas quando voce tem ciencia dessas coisas, o tempo passa e nada é feito, o que fazer? Fica as perguntas que já estão no proprio post. Obrigado pelo feedback
Bom, posso classificar as empresas em dois tipos: a “empresa mecânica” e a “empresa orgânica”. Na primeira, você é apenas mais uma peça. Na segunda, você é um membro de um corpo. Infelizmente, a maioria das empresas se encaixa no primeiro caso. Então, neste caso, ninguém é insubstituível.
Empresas mecânicas apenas evoluem quando o fabricante disponibiliza peças novas. A inovação não existe.
Empresas orgânicas têm um cérebro criativo capaz de inovar.
Mas as empresas mecânicas não fazem por mal. Creio que a falta de compromisso com os funcionários é também porque esses, muitas vezes, também não querem compromisso com as empresas, buscando apenas os interesses próprios. Isso é um ciclo vicioso do capitalismo e da pós-modernidade.
Vários fatores entram na decisão, como por exemplo: família, dívidas, projetos pessoais, crises…enfim, cabe a cada um decidir o que é melhor na sua situação.
um abraço.
Estou passando nesse exato momento por isso. Fui reconhecido pelo meu trabalho por outra empresa e não reconhecido pela própria empresa onde trabalho.
Inúmeras vezes tive conversa e sempre com a mesma ladainha: estamos vendo, estamos tentando, estamos analisando e nada até hoje.
Se passaram quase 1 ano nessa lenga lenga e hoje com um proposta em mãos, vejo que apenas fui mais um que não teve reconhecimento.
Mais o mais importante é que de fora as pessoas estão vendo o esforço e gostariam de ter esse tipo de profissional no seu time.
Abraços a todos.
Tiago,
Penso que, para crescermos profissionalmente não podemos ficar parados. Sempre temos que estar em formação contínua. Esperar que as empresas nos valorizem é, infelizmente, na maioria dos casos, um sonho.
A ComputerWorld, revista de tecnologia, divulgou neste mês de Julho a matéria “As 70 melhores empresas para se trabalhar em TI e Telecom”. Os pontos mais destacados nessas empresas pelos profissionais entrevistados eram: “Possibilidade de se desenvolver” e “Equilibrio entre vida profissional e pessoal”.
Assim como estes, esperamos trabalhar em uma empresa que acredite na gente. Estando em u ambiente que proporcione crescimento, naturalmente trabalhamos melhor e acreditamos que aquilo que fazemos é realmente importante ao negócio da empresa.
Estando ou não em um ambiente assim, se estivermos amadurecendo, o dinheiro vem: é natural (não estou dizendo que é fácil ou rápido), seja com uma promoção ou por uma proposta de emprego em uma empresa que saiba valorizar o que verdadeiramente tem de melhor (e não fique apenas com promessas…).
O importante para os gestores é saber que a empresa pode perder gente muito boa se não souber valorizar o que tem.
E à nós, cabe estabelecer metas pessoais que correspondam à visão/missão da empresa ou… Buscar novos horizontes!
Muito bom comentário.
Primeira coisa que devemos fazer é a nossa própria valorização.
Se soubermos de nossos ideais e de nossas metas as coisas PODEM vir naturalmente, em alguns casos, em OUTROS a melhor coisa é buscar um lugar onde te coloquem sempre para cima e nunca para baixo.
Abraços a todos.
Complementando o post e os comentários. Leiam esse artigo.
Atrair e reter talentos é vital para as organizações de TI – http://bit.ly/d9pJbI
@Tonimar muito bom esse artigo! Vou colocar algumas considerações no meu post, vou atualizar ele em breve!
Eu estava em uma empresa que só dava capacitação se fosse de graça, se custasse pouco, ou se fosse de extrema importância. Isso demonstra que a empresa não está nem aí para a pessoa e sim olhando apenas para o próprio bolso. A economia que ela faz com treinamento ela toma prejuízo com os funcionários (o termo colaborador é uma maneira ridícula de minimizar o termo empregado, assim como chamar um cego de portador de necessidades especiais) mal preparados.
Todo o conhecimento que adiquiri nesse empresa foi no método ESPARTANO, sozinho, ou pagando meu treinamento, por isso hj faço parte de outra empresa.
Quanto você vale para a sua empresa ??? Depende do ponto de vista do patrão, pois alguns não ligam a mínima para o funcionário, e sim para o status que ele apresentará perante seus amigos.
Hoje em dia com a “geração Y” pode ser que isso acabe aos poucos, e as empresas vão entendendo que não é bem assim que deve se agir com a parte mais importante da empresa os funcionários.
Mas nesse caso eu conversaria com os gestores e deixaria isso claro, o quanto seria difícil contratar outro e fazer todo o treinamento novamente, e o interesse que possui por continuar na instituição (se existir interesse). Caso a empresa não entenda a situação dessa vez, talvez entenderão com o proximo candidato que pode vir passar por isso.
Infelizmente nesses casos temos que pensar que realmente ainda somos apenas números para as empresas, e que devemos ser cautelosos em nossas decisões e claro se um funcionário exemplar, (hauhauhaua isso eu quero ver).
Já vi inúmeros casos em que a empresa não retém o funcionário e acaba substituindo-o, pagando o mesmo valor ou até mais do que ele queria, por um novo funcionário. E nós que ficamos, temos que arcar com as consequências: até encontrarem um substituto, até treinarem, até que o novo funcionário entre no ritmo da nova empresa, somos nós que temos que “segurar as pontas”.
Por outro lado, as pessoas tem que pensar no que é melhor para elas. Correr risco, pode valer a pena ou não, mas o aprendizado sempre estará conosco e mesmo uma escolha ruim servirá para que cada um de nós aprenda e melhore.
A gente faz o que pode pela empresa, pois é para isso que fomos contratados. Mas se depois de oferecermos tudo o que estiver ao nosso alcance, a empresa continuar com seus métodos pré-históricos, devemos nos questionar se queremos fazer parte de um empresa antiquada ou não.
@Patricia Muito bem observado. Fiz de tudo, mas parece não foi o suficiente…
@Deise eu acho que eu fui um bom funcionário, mas não fui reconhecido pela empresa. So que outra empresa gostou…
É a busca do reconhecimento é muito difícil, pois quando trabalhamos para empresa cumprindo todas as atividades e metas não estamos fazendo nada a mais que nossa obrigação.
Más com certeza cada pessoa tem o seu valor para empresa, se a empresa formar o seu funcionário e a mesma deixa-lo sair para outra empresa é evidente de quem vai sair perdendo é a empresa.
A escolha será sempre nossa e temos que colocar tudo em uma balança para pesarmos se vale a pena a decisão, se a empresa que trabalhamos satisfazem todas as necessidades, tanto profissionalmente como financeiramente essa será uma empresa que não teremos dúvidas de que vale a pena permanecer. Por isso temos que traçar metas do que queremos para nossas vidas e se você está satisfeito com a empresa.
@cristiano exatamente isso
A realidade é dura, mas necessária para o desenvolvimento.
A forma como o Walter Ludwig encaminhou essa discurssão mostrou de forma clara e objetiva as necessidas dos “empregados” e das empresas. Nem tudo são flores para nenhum dos dois lados, contudo a necessidade de crescimento e destaque necessária para que ambos tenham sucesso.
Se seu empregado é ruim, a sua empresa será ruim, e o mesmo vale para o inverso! Empregados ótimos, empresas ótimas.
Trabalhei em um banco durante quase 3 anos, e se tinha já essa idéia de valorização do funcionário, mas não o investimento do mesmo. O medo era de um funcionário mudar de empresa após a empresa investir na sua carreira. Mas pense bem, se o funcionário é feliz onde trabalha, ganha razoavelmente bem em relação ao mercado, e “morreria eletrocutado” pela sua função, oq temer?
Se valorize e será valorizado.
Sorte no seu ciclo, na sua carreira e sua vida Tiago. Te admiro muito, e mais! Quanto aos amigos, espero estar inclusa ^^,
Beijo.
Ah… “Ninguem nasceu sabendo mamar, aprendeu com o peito na cara.. aquela coisa gostosa na cara” HAHAHHAHAHAHHAHAHAHHAHAHA
@Marcela realmente nem tudo são flores isso verdade de fato. Agora quando você vê a empresa crescer, crescer e você exatamente do mesmo jeito que entrou, isso é pra mim relaxo, desorganização, falta de respeito com as pessoas que estão diretamente ligada a esse crescimento.
Conversar é tudo, isso sempre foi muito cobrado da gente, mas nunca feito pela empresa. Volto a lembrar o quadro de fotos da empresa, muitas da pessoas ali não pertencem mais a empresa e agora será preciso contratar, etc. Chega a ser repetitivo, mas quem saiu perdendo com isso?
E com certeza voce esta no inclusa sim. E aquele exemplo é muito foda hahahahahaha
Lendo um pouco sobre todos os comentários eu penso que o que nos ajudaria um pouco a pensar sobre se vale a pena ficar ou não são alguns questionamentos, me sinto motivado (a verdadeira motivação vem de ser parte de algo), porque motivação salarial isso daqui a seis meses um ano será outro problema e o salário nada mais é do que o fruto do seu trabalho, então naturalmente ele deveria vir sem grandes complicações, outras perguntas: Me sinto integrado com a equipe? Os valores da empesa são os mesmos que os meus? Tenho apoio? Cresço com o meu gestor? Esquecemos que trabalhar desmotivado não é bom pra ninguém, um grande problema que nos assombra é o novo, temos medo do que não conhecemos, desafios são grandes estimuladores.
@Tati motivação é tudo mesmo. Quando você começa em uma empresa, você esta motivado e vai dar o seu melhor. Como você falou depois de um ano, se a empresa não manter os funcionários motivados depois desse tempo é natural que eles procurem outro lugar. Desafio é a palavra que motiva as pessoas, por que o desafio tem um tem objetivo claro, uma recompensa e da orgulho de falar “Eu Consegui !!!” “Fui eu que fiz” não é verdade?!?!?!
Ah muleque!!!!!
Primeiramente, meus parabéns, você realmente merece coisa melhor;
Segundo: tem gente que já faliu uma empresa e vai acabar falindo outra, (não podia guardar essa…)
E claro, minha opinião sobre o assunto:
Como bem disse a Tati, a motivação tem que partir de nós e salário deve vir naturalmente de acordo com um bom trabalho bem feito. Quando há grandes complicações nessas recompensas, naturalmente elas não vêm de nós.
Cresci demais nessa empresa, o principal carro chefe do conhecimento que tenho hoje adquiri aí, mas depois que saí só confirmei – com a visão de fora – o quanto estava certo em não dar confiança a quem realmente não está nem aí com a gente, não nos valoriza e nos considera uma despesa a mais para a organização.
Tem gente muito boa aí que não ganha metade do que merece. Particularmente, penso que quando um profissional escolhe ficar 3 ou mais anos em uma organização, ele deve obrigatoriamente levar em consideração o crescimento obtido no dia-a-dia, nos desafios, no salário. Havendo desproporção, deve existir também uma conversa ou esclarecimento. Todos gostamos de saber como anda o nosso desempenho, principalmente quando sabemos quão importante é a nossa função. Já que a empresa espera algo de você, é justo um incentivo a um bom trabalho.
O Walter Ludwig explicou muito bem: temos que ser empreendedores de nós mesmos. É obrigatório estarmos atentos a tudo o que acontece dentro da empresa. Mas façamos a pergunta: a empresa está atenta a nós?
E, respondendo, é claro que em uma nova oportunidade, ganhando mais, com certeza não será você o grande perdedor, mas sim qualquer um que não saiba fazer as contas pra ver que não compensa perder um funcionário que já sabe tudo da empresa e tudo mais o que você já disse, Tiago.
Concordo com vocês, Deise, Marcela e Cristiano, é preciso por a mão na massa e efetivamente fazer algo que conquiste a boa vontade do funcionário.
Abraços e muito progresso a todos!!!!
A Empresa tem que ajudar você a Realizar o seu Sonho \o/
“Quando você trabalha no que gosta, nunca mais precisará trabalhar”
@Wilson Disse tudo agora! No meu caso esse sonho não realizou, mas essa ano promete e eu vou CONSEGUIR !!!!
@Helder muito obrigado mlk
e gostaria de desejar o mesmo para você.
Não sou muito boa com as palavras, mas espero que entendam o que quero dizer…(rs)
Quando entramos numa empresa, somos bons, estamos cada dia sendo testados, por cada atividade que seguimos e que nos comprometemos. Com o tempo pegamos mais experiencia, sabemos de nossas responsabilidades de cor e salteado e mesmo assim, nunca está bom…certo.
Mas com o tempo parece que realmente não valemos nada para empresa, acho que por algum motivo depois de tanto tempo, seu chefe acha que não temos
a coragem ou a capacidade, enfim…de caminhar novos passos, crescer fora da empresa atual e seguir em outra empresa que apenas nos dão valor e o reconhecimento que precisamos, esquecem que um dia ajudamos, comprometemos com o trabalho e também fizemos parte do crescimento da empresa…Enfim!
Já vi várias pessoas que não tiveram o respeito e o reconhecimento que mereciam, decidiram mudar. A empresa ganhou com isso?
Na minha opinião não, com certeza ficaram um bom tempo procurando outra pessoa pra substituir e depois ensinar e por ai vai… Não seria mais fácil, reconhecer o trabalho feito pelo profissional que já estava na empresa e investir no crescimento deste? Pra mim o reconhecimento motiva, dessa forma fazendo sempre com que profissional dê o melhor de si.
Quem não quer crescer na empresa?? Quando está há um certo tempo, fazendo e ganhando a mesma coisa, tendo que suportar certas pessoas que não aguenta mais e que não te valorizam, o jeito é de fato, procurar novas oportunidades, um risco? Sim, mas a vida é feita de escolhas e porque
não tentar, eu sou a favor da mudança pra trabalhar com pessoas que te valorizam, respeitam e que te faça crescer.
Você vê a empresa crescendo, só que não cresce junto com ela, isso não é certo e nem justo.
O que não vale também é só ouvir promessa, não promete o que não vai cumprir, isso cansa qualquer pessoa, a empresa que promete:
“…depois isso, depois aquilo…” acaba não cumprindo nada.
O fato é, você investiu tempo e dinheiro da sua vida para sua formação em uma determinada área, o mínimo que queremos é o reconhecimento pelo seu trabalho. Pra que ficar num lugar que não está favorecendo? Acho que temos que ter os dois lados, isso nos faz crescer
e ver que vale a pena, se não temos isso, ficamos na mesma e não saimos do mesmo lugar, crescer é preciso!
Tiago, Sucesso!!
@Debora Marques é exatamente isso, a empresa cresce, cresce e você nao. No meu caso eu conversei antes, conversei depois e conversei tambem antes da minha saida, mas a empresa NÃO demonstrou nenhum interesse em manter a minha pessoa, ninguém chegou em mim e falou para ficar, NINGUÉM!!!! Falou só que “era para eu fazer o que era melhor para mim” COM CERTEZA EU VOU FAZER ISSO !!!!
Muito obrigado e muito sucesso para TI também !!!!
Tiago, eu penso da seguinte forma:
Quando nos encontramos a um nível onde sabemos que somos importantes à corporação, precisamos então ter uma conver$a sobre seus valores e saber se a empresa realmente deseja investir ainda mais em teus conhecimentos e também investir em você mensalmente, ou seja, um “agrado” financeiro. Agora se você tem um conhecimento e confia em seu currículo sabendo que onde vc está não te valorizam como deve, então vá ao mercado de trabalho e procure uma “casa” onde vc realmente será bem acolhido. Se a contratante tem todo o direito de te dispensar, vc tem o mesmo direito de dispensar a contratante.
Abraços!
Eu gostaria que as pessoas, sejam as contratadas ou as que contratam, fossem mais sinceras com seus objetivos. Digo isso pois acredito que quando “é combinado, não sai caro”, seja em relação ao que a empresa pretende com a contratação e espera do funcionário quanto o funcionário ingressa em uma empresa. Por exemplo: a empresa quer um profissional pensante, que traga coisas novas para a empresa ou simplesmente um “pau mandado?”. Já tive mais de uma vez a experiência de me venderem uma idéia que meu papel na empresa seria estratégico, para ser uma voz ativa e de melhorias para a empresa. Contudo, no fim das contas não aceitam sugestões e até mesmo repudiavam idéias – e não por serem ruins. O que queriam na verdade é alguém que faça tudo que mandam, do jeito que mandam. Aí eu decidi que iria fazer o básico e não esse “algo mais”. Resultado, entendem que você está desmotivado! Mas oras, toda motivação que tive amassaram e jogaram na lata de lixo com um rabisco mal feito em uma folha de papel de caderno…
Por outro lado, já vi funcionário se vender em entrevistas como os fodásticos, dedicados e super profissionais, mas um tempo depois na primeira oportunidade deixou a empresa na mão logo naquele super projeto, ou depois daquele curso pago se mandou!
Infelizmente, não sabemos das reais intenções das pessoas, até mesmo porque elas podem mudar conforme suas necessidades. Seria muito bom ter uma relação de transparência entre funcionários e empreendedores, para que todos entendem seus papeis e com isso, ninguém fosse cobrado demasiadamente ou sub-utilizado enquanto cumprem suas funções e não teriam problemas de insatisfação de nenhum dos lados.
Se eu ouvisse os pensamentos alheios ou tivesse bola de cristal… rs
Um abraço a todos,
Flavitta
@Flavitta ótima colocação, esse é lado que tinha visto ainda, obrigado pelo comentário e Boa sorte. E o convite para participar do blog esta de pé ainda, aguardo uma resposta!