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Criando brigadas de incêndio em projetos de TI
Há alguns meses escrevi um artigo sobre “Alinhar TI aos Negócios”, porém, desde janeiro penso sobre o que adianta alinhar a TI aos Negócios se os seus colaboradores não estão alinhados ao seu negócio? Ou pior, eles acham que estão alinhados, porém, cada um está alinhado consigo mesmo. E olhe lá. Muito se comenta em utilizar tecnologia alinhada aos negócios para se obter vantagem competitiva, redução de gastos, otimização das atividades, entre outros pontos importantes para a sobrevivência de uma empresa.
Porém, pouco se fala da importância que tem o “alinhamento” dos colaboradores a este processo. Isto porque são os colaboradores estando alinhados ao negócio da empresa que farão a diferença para que a companhia se destaque frente aos concorrentes.
Aquela história de que “para uma empresa estar acima da média, precisa ter funcionários acima da média”, é uma demonstração da importância que os colaboradores possuem para o sucesso da empresa. É muito comum as empresas não valorizarem seus talentos, e aí, acabam criando gargalos, sobrecarregando outros colaboradores e gerando conflitos por causa do DESESPERO em corrigir o problema.
Empresas que trabalham sem planejamento estratégico, acabam vivenciando o famoso “tampar o Sol com a peneira”, pois não deixam ou acabam impedindo que colaboradores concluam os projetos em andamento. Transformando os colaboradores em uma brigada de incêndio, sempre apagando fogo, raramente conseguem finalizar seus projetos, pois acabam sendo alocados em outros, na tentativa de corrigir a falta de planejamento da empresa.
Com essa dança das responsabilidades, pensamentos de que uma área pode e deve ser mudada em horas, acaba gerando stress e outros conflitos, onde o pior prejudicado além do colaborador, (já que o mesmo acaba se desmotivando e desacreditando no futuro da empresa), acaba sendo a própria empresa, pois com certeza vai perder um colaborador e acabar dando passos para trás.
Agora, juntando essa falta de planejamento com a má vontade de alguns colaboradores, pronto você acaba de ter todos os ingredientes para que sua empresa seja uma “empresa sem sucesso”.
Por isso, muitas empresas acabam destacando datas em seu calendário, buscando levar suas equipes para praticarem atividades que possam integrar e transformar os colaboradores em uma “grande equipe”. Algumas escolhem passar um dia inteiro em uma pousada, outras preferem fazer dinâmicas para trabalhar certos aspectos de cada colaborador, visando melhorar o desempenho de cada um.
A ideia de passar um dia inteiro em uma pousada é boa, porém, quase sempre acaba ficando as panelas, ou seja, somente transferiu o conflito de local.
Uma prática comum entre as empresas que querem eliminar esse tipo de comportamento, e realmente alinhar seus colaboradores ao negócio da empresa, reside na prática do “Outdoor Training”, ou “Treinamento ao Ar livre”. Neste caso são montadas atividades para trabalhar a integração, motivação, liderança, planejamento, tomada de decisão, metas, estratégia e outros pontos que são comuns no dia-a-dia de cada empresa.
Recentemente tive a oportunidade de ir com um grupo de amigos para Brotas, interior de SP e realizar algumas atividades, como o Rafting. Estávamos em dois botes, um com sete pessoas e outro com seis pessoas.
O rafting é uma das atividades que foca a integração, trabalho em equipe, motivação e demais pontos comentados anteriormente. Cada pessoa tem uma função que se for mal executada, prejudicará o restante da equipe, seja uma remada fora do sincronismo, um movimento diferente dos demais, o bote pode virar e todos caírem na água.
Também acaba sendo trabalhada a confiança nos demais envolvidos, pois como cada um tem um papel importante na descida do rio, as pessoas que vão à frente são responsáveis pela direção do bote. Assim, a cada remada errada – além de cansar todos os demais – também acaba por dificultar a navegação e gerando maior esforço para corrigir o erro.
Assim, como no rafting, em cada empresa todo colaborador possui um papel importante que, se valorizado, poderá contribuir para a formação de uma “grande equipe”, gerando não só a integração entre os colaboradores, mas também a aproximação das famílias dos colaboradores..
Sem colaboradores alinhados aos negócios da empresa, não adianta tentar alinhar TI aos negócios. Uma coisa depende da outra.
Cabe às empresas trabalharem formas de reter e promover seus talentos. O principal desafio não é ter o escritório decorado e oferecer atividades lúdicas, horário flexíveis, home working, e outros tantos modismos. É sim, manter e integrar as pessoas que fazem a empresa caminhar. Para o futuro.
Fonte: ITPORTAL
Os planetas se alinham. Mas a TI alinhada aos negócios, nem sempre.
Publicado originalmente no Decision Report de 03/09/2010 ( http://bit.ly/cJunq7)
Já nos acostumamos a ouvir esta frase: “alinhar TI aos negócios”. Para muita gente isso pode parecer estranho e muitos perguntam: o que exatamente a TI tem a ver com os negócios? Quando se fala em alinhamento de TI, a coisa complica.
Esta é uma questão muito interessante, porém em muitos casos é mais fácil ocorrer o “alinhamento dos Planetas” do que a empresa alinhar as tecnologias ao negócio. Por que os planetas citados neste assunto? Porque sabemos que eles se alinham, mesmo que isto demore um pouco para acontecer.
Na verdade, a TI oferece inúmeros recursos para auxiliar os processos de negócios das empresas, para que elas alcancem os lucros e se destaquem na competitividade. Mas, muitas companhias que se dizem prontas para isso ou buscam fazer o tal alinhamento dos negócios à IT – ou da TI aos negócios-, acabam, no final das contas desalinhando o que já existe e acabam estragando um trabalho que por muitas vezes foi fruto de meses ou anos de trabalho (‘brigas’ e discussões entre outros recursos disponíveis).
Por sua vez, aquelas que visam o planejamento de negócio alinhado à TI em muitos casos acabam esquecendo do sentido real do verbo “planejar” e fazem um “fast planning” utilizando as tecnologias e metodologias disponíveis, como o gerenciamento de projeto eólico, onde é muito utilizado o Dedo Indicador para definir prazos e valores, além da utilização de planilhas eletrônicas como apoio, entre outros recursos mirabolantes. A isso tudo eu costumo chamar de “boas práticas de como não se deve fazer”. Para casos como este costumo utilizar uma frase de um amigo da época da faculdade: “Se não sabe, deixe para quem sabe”.
Então, vamos separar o título desse artigo para fazer uma análise mais apurada
Alinhar TI aos Negócios
Por essa visão, pensaremos em alinhar os recursos de TI ao que temos de negócio, utilizando soluções que ofereçam o suporte necessário para o funcionamento e continuidade das atividades indústrias, comerciais e de serviços que compõem o negócio.
Aqui, utilizamos TI como provedora de soluções e responsável por manter o negócio 100% em funcionamento (podemos chamar isto de business continuity). Assim, a turma de TI (muitas empresas não possuem este pessoal em sua estrutura ou nem tem esta área terceirizada) precisa implantar soluções de gestão, segurança, monitoramento, recuperação de desastres e tudo mais que for necessário para manter o negócio em funcionamento.
Planejar seu Negócio alinhado à TI
No caso de se planejar o negócio alinhado à TI, a coisa muda. E bastante. Nesta abordagem não utilizaremos a Tecnologia da Informação apenas como provedora de soluções, mas também como parte do processo do Planejamento Estratégico, que está ligado a diversas variáveis, desde o objetivo, meta, até a participação de cada colaborador no desenvolvimento do negócio.
Unindo os planejamentos estratégicos e o de TI, pode-se encontrar a melhor maneira de organizar a empresa, não só pela necessidade, mas sim como um todo.
Muitos administradores gostam de definir metas, mas sem o envolvimento da TI. Em alguns casos até podem ser alcançados, caso a metodologia eólica funcione, mas neste caso é comum definir as metas sem ferramentas que ajudem na decisão. Aí, acaba entrando outra variante: “vamos torcer para tudo dar certo”.
Agora, a turma que tira proveito da Tecnologia da Informação, além de utilizar dos recursos necessários para se obter o melhor e mais seguro dos caminhos para definir as metas, objetivos e direção que a empresa deve seguir, também conta com a tão conhecida “busca por soluções inovadoras por parte dos especialistas de TI”, o que torna crucial o alinhamento dos planejamentos para ajudar as empresas a se destacarem e continuarem no mercado com mais solidez.
Durante estes anos de estrada na área de TI, ajudando empresas na busca por melhorar seus processos, encontramos desde pequenas empresas que possuem bem definido o que querem e para onde querem ir, além de saber como fazer isso e ter bem claro qual será o esforço necessário para isso. Isto acontece, acreditem, até em grandes empresas, com algumas delas sem qualquer processo definido, estando totalmente perdida pelo caminho a ponto de não possuírem um departamento de TI.
Em muitas empresas a equipe de TI é responsável apenas pelo Help Desk, ou seja, apenas realiza as tarefas de configurar e-mail, trocar mouse e teclado, entre outras tarefas nada relacionadas com tomada de decisão e com o futuro do negócio. Nestes casos costumamos dizer que temos o departamento de “Help Esqueci”. Em empresas que possuem um “departamento de TI” que serve apenas para tocar tarefas acima mencionadas, corre-se o risco de se perder não somente o espaço pela competitividade, mas também o espaço geográfico. O foco.
As empresas que valorizam e enxergam a importância da Tecnologia da Informação no processo de planejamento e de decisão, vão mais longe, pois, graças ao investimento realizado em TI consegue obter os resultados planejados.
Na busca pela melhoria contínua dos processos de negócios e se manter em destaque no mercado, estas empresas criam e desenvolvem áreas de INOVAÇÃO alinhadas à tecnologia e não apenas tratam de lidar com as tecnologias que poderão ser utilizadas, mas sim manejam e planejam todas as ações e necessidades de cada área. Com isso conseguem um plano unificado de ação, resultado em uma empresa ativa e viva.
Deseja economia por PC de até US$ 75 por ano?
Um levantamento da agência norte-americana de proteção ambiental (U.S. Environmental Protection Agency) apurou que em 58% do tempo de um dia útil no horário comercial os computadores ficam ligados sem qualquer atividade e apenas 36% de todos os PCs são desligados imediatamente logo após o término de uma atividade encerrada. Isto representa grande desperdício e altos custos de energia em uma época onde ações práticas de defesa do Meio Ambiente começam a entrar nas pautas de discussões das empresas.
A boa notícia é que uma solução da ScriptLogic Desktop Authority permite obter uma economia por PC de até US$ 75 por ano, além de possibilitar às empresas usuárias do produto obterem descontos que podem chegar até US$ 15 por mês na conta de energia do final do mês. Os números foram divulgados pela própria ScriptLogic, que tem seus produtos distribuídos por aqui pela Inspirit.
O ScriptLogic Desktop Authority faz parte do Energy Star (www.energystar.org), um programa adotado nos Estados Unidos para incentivar a redução do consumo de energia elétrica a partir da utilização de soluções tecnológicas. Este programa viabiliza a parceria entre o governo e as empresas para a redução do consumo de energia elétrica a partir de inúmeros incentivos e inclui uma lista com mais de 40 tipos de equipamentos que consomem energia que podem participar, entre eles o PC.
O uso inteligente dos computadores para a economia de energia através do gerenciamento também pode ser adotado no Brasil. É o que pretende a Inspirit e ScriptLogic. Que vão apresentar a idéia durante a Interop São Paulo, que acontece de 12 a 14 de Agosto no Transamérica Expo Center. Durante o evento, ambas as empresas buscarão a disseminação de informações sobre o exemplo norte-americano e também divulgar as funcionalidades do software ScriptLogic Desktop Authority para este finalidade
Speedy é um aviso. Toda semana 20% das empresas sofrem panes em seus sistemas
Para muitas empresas, o episódio do Speedy pode ter sido apenas mais uma pane daquelas que enfrentam regularmente. Isto porque uma pesquisa realizada pela Freeform Dynamics para a Neverfail, que possui seus produtos distribuídos no Brasil pela Inspirit, constatou que pelo menos 1 entre 5 empresas enfrenta problemas de queda de sistemas uma vez por semana.
A pesquisa foi realizada com mais de 1200 profissionais de TI de vários países e é alarmante, principalmente quando o assunto é saber como evitar que as panes paralisem as atividades de negócios e também porque o estudo confirma que muitas empresas ainda não se preparam corretamente para evitar o caos.
Os resultados da pesquisa está no documento Risk and Resilience: The Application Availability, que também revelou que 57% dos gestores de TI convivem com freqüentes falhas nas aplicações e que 20% das empresas sofreram algum tipo de paralisação dos negócios pelo menos uma vez por semana.
Segundo a Freeform Dynamics a ausência de uma política que garanta a resiliência das aplicações é o grande problema. Por isso, podemos afirmar categoricamente que o episódio do Speedy não deve ser considerado como um episódio isolado. As falhas nas aplicações e infra-estrutura de TI realmente acontecem.
Tem mais: o relatório também aponta que 40% dos respondedores informaram que a ocorrência de panes afeta mais de uma parte do negócio da empresa a cada mês e que, apesar de 85% dos gestores de TI acreditarem que a resiliência das aplicações deva ser considerada logo no início do ciclo de vida da aplicação, apenas 15% deles reserva parte do orçamento de TI para esta adoção de uma política para esta finalidade. Aproximadamente 30% dos respondentes admitem que leva isso em conta somente depois que alguma falha acontece.
Em entrevista sobre a pesquisa, Martin Atherton, diretor de pesquisa da Freeform Dynamics, foi categórico: “É mais fácil para um negócio enterrar a cabeça na areia e tomar um pontapé no traseiro sempre que algo falhe do que tomar alguma atitude preventiva. A resiliência das aplicações deve ser adotada antes dos desastres, mesmo porque é muito mais caro implementa-lá depois e ter que varrer a bagunça provocada pelas falhas na infra-estrutura de TI”.
Quem desejar uma cópia do relatório é só ir em http://www.freeformdynamics.com/fullarticle.asp?aid=373
A crise é para quem quer.
A crise é uma oportunidade para a TI, muitas empresas estão aprendendo a investir com a crise.
O planejamento na área de TI é fundamental, pois a grande maioria dos projetos de investimentos em TI mal planejados resultam em grandes custos, porem com pouco retorno do investimento.
Grande parte das empresas opta por soluções caras, que se colocadas na ponta do lápis, não vão atingir o investimento feito, gerando custos.
A fase de planejamento é essencial, pois as próximas etapas serão baseadas nele. Uma vez mal planejado acarretara em problemas na execução, o que resultara em um novo planejamento. Uma boa analise inicial é fundamental para o sucesso do projeto.
Se por um lado um planejamento mal feito implica em altos custos, já um planejamento bem feito, com todos os pontos bem definidos, equipes alinhadas e emprenhadas, esse projeto alem de ser bem sucedido, com retorno de investimento.
Uma boa pratica de planejamento é revisar os planos anuais de empresas a cada seis meses, com quadros diferentes, desde o otimista até o pessimista.
Costumo basear os planejamentos no ciclo PDCA de Deming, onde temos:
- Plan (planejamento) :onde estabelecemos a missão, visão, metas, procedimentos e processos necessárias para atingir os resultados.
- Do (execução) : realizar, executar as atividades.
- Check (verificação) : monitorar e avaliar periodicamente os resultados, avaliar processos e resultados, confrontando-os com o planejado, objetivos, especificações e estado desejado, consolidando as informações, eventualmente confeccionando relatórios.
- Act (ação) : Agir de acordo com o avaliado e de acordo com os relatórios, eventualmente determinar e confeccionar novos planos de ação, de forma a melhorar a qualidade, eficiência e eficácia , aprimorando a execução e corrigindo eventuais falhas
A frase “O barato sempre caro” não vale apenas para eletrodomésticos ou outros bens de consumo, quem opta por fazer planejamentos baratos, sem analisar pontos importantes do projeto, calcular o investimento necessário e em quanto tempo esse investimento dará retorno, está sujeito a colher frutos ruins, perdendo dinheiro.
Quais são os desafios em época de crise?
Não vejo com um desafio, mas sim um alerta para aqueles que não estão dando muita atenção ao planejamento. Empresas que possuem um alto investimento em planejamento não estão participando dessa crise, essas estão crescendo acima dos 30%, estão aproveitando a oportunidade que a crise gerou.
Desenvolvendo projetos não para cortar custos, mas sim para investir melhor o seu dinheiro.
O tempo de empresas em que a TI é vista como custo, está com os dias contados, pois hoje é essencial o alinhamento TI aos negócios da empresa. Hoje a empresa depende do alinhamento de TI com os serviços que essa oferece, para se destacar entre as outras e obter vantagem no mercado.
Como está a saúde da sua infra de TI?
Os negócios crescem e cada vez mais empresas necessitam de novas aplicações nas redes corporativas para garantir a gestão de todas as atividades relacionadas ao negócio. O resultado é o crescimento do número de aplicações e equipamentos instalados e também a necessidade de ferramentas de controle, seja do acesso, do que entra e sai de informações, ou seja, do nível de utilização da banda da rede, e assim por diante.
De trás e de olho em tudo isto está um profissional que necessita ter vasto conhecimento sobre as novas tecnologias disponíveis e suas reais aplicações: o administrador de TI. Sem ele não tem conversa: será impossível gerenciar a rede corporativa e fazê-la atender às demandas dos negócios.
Para se ter uma ampla visão do que acontece na rede, o mercado oferece uma infinidade de opções, mas o administrador de TI deverá saber identificar quais delas atendem realmente às necessidades de sua organização. Como se sabe, o administrador de TI já possui muitas tarefas a realizar em seu dia-a-dia. Daí, a necessidade de se escolher ferramentas tecnológicas que dê conta desta nova demanda.
As melhores ferramentas de gestão de TI são aquelas que têm a capacidade de identificar quais aplicações e equipamentos estão instalados nas redes e acompanhar como tudo está funcionando em cada estação de trabalho, em termos de uso dos componentes de TI.
Não dá para se esquecer que as ferramentas devem saber identificar se um firewall está ou não ativo. Quando uma pane acontece em um equipamento VoIP e o usuário não consegue realizar uma ligação, ele vai abrir um chamado imediatamente. Antes que isto aconteça, é melhor que o administrador de TI opte por ferramentas que antecipem a identificação do problema e, assim, possa a evitar paralisações.
Qualquer boa ferramenta de monitoramento de infra-estrutura de TI deve ser capaz de emitir alertas e relatórios completos. Ao emitir alertas logo que uma rede enfrenta sobrecarga de utilização, o que provoca gargalos na banda da rede, ela irá garantir ao gestor de TI tomar medidas corretivas e até mesmo – os diretores financeiros não irão gostar – solicitar a ampliação da infra para garantir o andamento das atividades relacionadas aos negócios.
Se a pane do Speedy pôde ensinar alguma coisa, foi que as panes acontecem e que as empresas necessitam de planos de emergência, as chamadas redundâncias, para garantir que nada pare de funcionar.
Já imaginou se o servidor de email sofre uma pane e o seu “conserto” demore mais de algumas horas? Certamente os negócios serão paralisados. Quando o administrador de TI possui uma visão geral de seu parque de TI e tem planos bem elaborados para garantir o business continuity, ele está sempre um passo à frente.
O conhecimento e o controle sobre tudo o que ocorre na rede é a alma do negócio para os gestores de TI. Saber quais aplicações e equipamentos estão provocando os gargalos ajuda na identificação de possíveis futuras falhas na rede. E quando um chamado lhe é feito pelo usuário final, a solução já está pronta para ser adotada.