Posts Tagged ‘Alinhar TI aos negócios’

Deseja economia por PC de até US$ 75 por ano?

Um levantamento da agência norte-americana de proteção ambiental (U.S. Environmental Protection Agency) apurou que em 58% do tempo de um dia útil no horário comercial os computadores ficam ligados sem qualquer atividade e apenas 36% de todos os PCs são desligados imediatamente logo após o término de uma atividade encerrada. Isto representa grande desperdício e altos custos de energia em uma época onde ações práticas de defesa do Meio Ambiente começam a entrar nas pautas de discussões das empresas.
A boa notícia é que uma solução da ScriptLogic Desktop Authority permite obter uma economia por PC de até US$ 75 por ano, além de possibilitar às empresas usuárias do produto obterem descontos que podem chegar até US$ 15 por mês na conta de energia do final do mês. Os números foram divulgados pela própria ScriptLogic, que tem seus produtos distribuídos por aqui pela Inspirit.
O ScriptLogic Desktop Authority faz parte do Energy Star (www.energystar.org), um programa adotado nos Estados Unidos para incentivar a redução do consumo de energia elétrica a partir da utilização de soluções tecnológicas. Este programa viabiliza a parceria entre o governo e as empresas para a redução do consumo de energia elétrica a partir de inúmeros incentivos e inclui uma lista com mais de 40 tipos de equipamentos que consomem energia que podem participar, entre eles o PC.
O uso inteligente dos computadores para a economia de energia através do gerenciamento também pode ser adotado no Brasil. É o que pretende a Inspirit e ScriptLogic. Que vão apresentar a idéia durante a Interop São Paulo, que acontece de 12 a 14 de Agosto no Transamérica Expo Center. Durante o evento, ambas as empresas buscarão a disseminação de informações sobre o exemplo norte-americano e também divulgar as funcionalidades do software ScriptLogic Desktop Authority para este finalidade

Speedy é um aviso. Toda semana 20% das empresas sofrem panes em seus sistemas

Para muitas empresas, o episódio do Speedy pode ter sido apenas mais uma pane daquelas que enfrentam regularmente. Isto porque uma pesquisa realizada pela Freeform Dynamics para a Neverfail, que possui seus produtos distribuídos no Brasil pela Inspirit, constatou que pelo menos 1 entre 5 empresas enfrenta problemas de queda de sistemas uma vez por semana.
A pesquisa foi realizada com mais de 1200 profissionais de TI de vários países e é alarmante, principalmente quando o assunto é saber como evitar que as panes paralisem as atividades de negócios e também porque o estudo confirma que muitas empresas ainda não se preparam corretamente para evitar o caos.
Os resultados da pesquisa está no documento Risk and Resilience: The Application Availability, que também revelou que  57% dos gestores de TI convivem com freqüentes falhas nas aplicações e que 20% das empresas sofreram algum tipo de paralisação dos negócios pelo menos uma vez por semana.
Segundo a Freeform Dynamics a ausência de uma política que garanta a resiliência das aplicações é o grande problema. Por isso, podemos afirmar categoricamente que o episódio do Speedy não deve ser considerado como um episódio isolado. As falhas nas aplicações e infra-estrutura de TI realmente acontecem.
Tem mais:  o relatório também aponta que 40% dos respondedores informaram que a ocorrência de panes afeta mais de uma parte do negócio da empresa a cada mês e que, apesar de 85% dos gestores de TI acreditarem que a resiliência das aplicações deva ser considerada logo no início do ciclo de vida da aplicação, apenas 15% deles reserva parte do orçamento de TI para esta adoção de uma política para esta finalidade.  Aproximadamente 30% dos respondentes admitem que leva isso em conta somente depois que alguma falha acontece.
Em entrevista sobre a pesquisa, Martin Atherton, diretor de pesquisa da Freeform Dynamics, foi categórico:  “É mais fácil para um negócio enterrar a cabeça na areia e tomar um pontapé no traseiro sempre que algo falhe do que tomar alguma atitude preventiva. A resiliência das aplicações deve ser adotada antes dos desastres, mesmo porque é muito mais caro implementa-lá depois e ter que varrer a bagunça provocada pelas falhas na infra-estrutura de TI”.
Quem desejar uma cópia do relatório é só ir em http://www.freeformdynamics.com/fullarticle.asp?aid=373

A crise é para quem quer.

A crise é uma oportunidade para a TI, muitas empresas estão aprendendo a investir com a crise.

O planejamento na área de TI é fundamental, pois a grande maioria dos projetos de investimentos em TI mal planejados resultam em grandes custos, porem com pouco retorno do investimento.

Grande parte das empresas opta por soluções caras, que se colocadas na ponta do lápis, não vão atingir o investimento feito, gerando custos.

A fase de planejamento é essencial, pois as próximas etapas serão baseadas nele. Uma vez mal planejado acarretara em problemas na execução, o que resultara em um novo planejamento. Uma boa analise inicial é fundamental para o sucesso do projeto.

Se por um lado um planejamento mal feito implica em altos custos, já um planejamento bem feito, com todos os pontos bem definidos, equipes alinhadas e emprenhadas, esse projeto alem de ser bem sucedido, com retorno de investimento.

Uma boa pratica de planejamento é revisar os planos anuais de empresas a cada seis meses, com quadros diferentes, desde o otimista até o pessimista.

Costumo basear os planejamentos no ciclo PDCA de Deming, onde temos:

  • Plan (planejamento) :onde estabelecemos a missão, visão, metas, procedimentos e processos necessárias para atingir os resultados.
  • Do (execução) : realizar, executar as atividades.
  • Check (verificação) : monitorar e avaliar periodicamente os resultados, avaliar processos e resultados, confrontando-os com o planejado, objetivos, especificações e estado desejado, consolidando as informações, eventualmente confeccionando relatórios.
  • Act (ação) : Agir de acordo com o avaliado e de acordo com os relatórios, eventualmente determinar e confeccionar novos planos de ação, de forma a melhorar a qualidade, eficiência e eficácia , aprimorando a execução e corrigindo eventuais falhas

A frase “O barato sempre caro” não vale apenas para eletrodomésticos ou outros bens de consumo, quem opta por fazer planejamentos baratos, sem analisar pontos importantes do projeto, calcular o investimento necessário e em quanto tempo esse investimento dará retorno, está sujeito a colher frutos ruins, perdendo dinheiro.

Quais são os desafios em época de crise?

Não vejo com um desafio, mas sim um alerta para aqueles que não estão dando muita atenção ao planejamento. Empresas que possuem um alto investimento em planejamento não estão participando dessa crise, essas estão crescendo acima dos 30%, estão aproveitando a oportunidade que a crise gerou.

Desenvolvendo projetos não para cortar custos, mas sim para investir melhor o seu dinheiro.

O tempo de empresas em que a TI é vista como custo, está com os dias contados, pois hoje é essencial o alinhamento TI aos negócios da empresa. Hoje a empresa depende do alinhamento de TI com os serviços que essa oferece, para se destacar entre as outras e obter vantagem no mercado.

Vídeos

Esses são os primeiros vídeos que colocaremos para vocês.

Nas próximas semanas colocaremos outros vídeos, com testes e algumas dicas.

Como está a saúde da sua infra de TI?

Os negócios crescem e cada vez mais empresas necessitam de novas aplicações nas redes corporativas para garantir a gestão de todas as atividades relacionadas ao negócio. O resultado é o crescimento do número de aplicações e equipamentos instalados e também a necessidade de ferramentas de controle, seja do acesso, do que entra e sai de informações, ou seja, do nível de utilização da banda da rede, e assim por diante.

De trás e de olho em tudo isto está um profissional que necessita ter vasto conhecimento sobre as novas tecnologias disponíveis e suas reais aplicações: o administrador de TI. Sem ele não tem conversa: será impossível gerenciar a rede corporativa e fazê-la atender às demandas dos negócios.

Para se ter uma ampla visão do que acontece na rede, o mercado oferece uma infinidade de opções, mas o administrador de TI deverá saber identificar quais delas atendem realmente às necessidades de sua organização. Como se sabe, o administrador de TI já possui muitas tarefas a realizar em seu dia-a-dia. Daí, a necessidade de se escolher ferramentas tecnológicas que dê conta desta nova demanda.
As melhores ferramentas de gestão de TI são aquelas que têm a capacidade de identificar quais aplicações e equipamentos estão instalados nas redes e acompanhar como tudo está funcionando em cada estação de trabalho, em termos de uso dos componentes de TI.

Não dá para se esquecer que as ferramentas devem saber identificar se um firewall está ou não ativo. Quando uma pane acontece em um equipamento VoIP e o usuário não consegue realizar uma ligação, ele vai abrir um chamado imediatamente. Antes que isto aconteça, é melhor que o administrador de TI opte por ferramentas que antecipem a identificação do problema e, assim, possa a evitar paralisações.

Qualquer boa ferramenta de monitoramento de infra-estrutura de TI deve ser capaz de emitir alertas e relatórios completos. Ao emitir alertas logo que uma rede enfrenta sobrecarga de utilização, o que provoca gargalos na banda da rede, ela irá garantir ao gestor de TI tomar medidas corretivas e até mesmo – os diretores financeiros não irão gostar – solicitar a ampliação da infra para garantir o andamento das atividades relacionadas aos negócios.

Se a pane do Speedy pôde ensinar alguma coisa, foi que as panes acontecem e que as empresas necessitam de planos de emergência, as chamadas redundâncias, para garantir que nada pare de funcionar.

Já imaginou se o servidor de email sofre uma pane e o seu “conserto” demore mais de algumas horas? Certamente os negócios serão paralisados. Quando o administrador de TI possui uma visão geral de seu parque de TI e tem planos bem elaborados para garantir o business continuity, ele está sempre um passo à frente.
O conhecimento e o controle sobre tudo o que ocorre na rede é a alma do negócio para os gestores de TI. Saber quais aplicações e equipamentos estão provocando os gargalos ajuda na identificação de possíveis futuras falhas na rede. E quando um chamado lhe é feito pelo usuário final, a solução já está pronta para ser adotada.