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Catálogo de Serviços e Cardápio de Soluções
Fala galerinha. Como vocês são pessoas que adoram crescer, em todos os sentidos, e por isso estão aqui na pastelaria, vamos falar de maneira criativa e descontraída sobre Catálogo de Serviços e Cardápio de Soluções……Já estão com água na boca né? Deixemos de ladainha e vamos ao que interessa….Peguem seus apetrechos, incluindo os óculos e sua caneca de café e vamos em frente.
Hoje TI tem uma receita de bolo para todos os processos que a engloba. Essa receita permiti manter TI ao ponto…ao ponto de irritar o usuário e de deixar o chefe feliz.
Quem já ouviu o termo “ISSO AQUI NÃO É PASTELARIA”, ou “ELES ESTÃO ACHANDO QUE ISSO AQUI É PASTEL?”. Pois é, esse é o termo mais conhecido entre nós, profissionais qualificados de TI. Uma vez ouvi de um palestrante que não podemos ofender o coitado do pasteleiro com esse comentário, esse querido prestador de serviço e produto tem um procedimento muita mais eficiente para que seu pastel sai dentro do SLA, mesmo que ele não tenha um….incrível…a receita dele parece ser melhor que a nossa.
Por esse motivo existem profissionais certificados em ITIL, COBIT, CMMI, PMBOK, Six Sigma, Balanced Scorecard, MOF, MSF e outros , que são nada menos que bibliotecas de melhores práticas de TI. Eles definem a estrutura organizacional e habilidades no desenvolvimento de processos baseados nas boas práticas de TI. O ITIL é o mais conhecido entre eles, e já passou por duas revisões, nessa ultima foram criados apenas cinco livros (na versão anterior , V2, eram 40 livros). São eles: Estratégias de serviços, Desenho de serviços, Transição de serviços, Operação de serviços e Melhoria contínua dos serviços. A versão V3 é baseada no ciclo de vida dos processos.
Para que as organizações se orientem, dentro e fora da mesma, é necessário uma lista de serviços a serem oferecidos, com regras pré-estabelecidas para cada tipo ofertado. Vejamos o que é, como funciona e para que serve.
Como está a saúde da sua infra de TI?
Os negócios crescem e cada vez mais empresas necessitam de novas aplicações nas redes corporativas para garantir a gestão de todas as atividades relacionadas ao negócio. O resultado é o crescimento do número de aplicações e equipamentos instalados e também a necessidade de ferramentas de controle, seja do acesso, do que entra e sai de informações, ou seja, do nível de utilização da banda da rede, e assim por diante.
De trás e de olho em tudo isto está um profissional que necessita ter vasto conhecimento sobre as novas tecnologias disponíveis e suas reais aplicações: o administrador de TI. Sem ele não tem conversa: será impossível gerenciar a rede corporativa e fazê-la atender às demandas dos negócios.
Para se ter uma ampla visão do que acontece na rede, o mercado oferece uma infinidade de opções, mas o administrador de TI deverá saber identificar quais delas atendem realmente às necessidades de sua organização. Como se sabe, o administrador de TI já possui muitas tarefas a realizar em seu dia-a-dia. Daí, a necessidade de se escolher ferramentas tecnológicas que dê conta desta nova demanda.
As melhores ferramentas de gestão de TI são aquelas que têm a capacidade de identificar quais aplicações e equipamentos estão instalados nas redes e acompanhar como tudo está funcionando em cada estação de trabalho, em termos de uso dos componentes de TI.
Não dá para se esquecer que as ferramentas devem saber identificar se um firewall está ou não ativo. Quando uma pane acontece em um equipamento VoIP e o usuário não consegue realizar uma ligação, ele vai abrir um chamado imediatamente. Antes que isto aconteça, é melhor que o administrador de TI opte por ferramentas que antecipem a identificação do problema e, assim, possa a evitar paralisações.
Qualquer boa ferramenta de monitoramento de infra-estrutura de TI deve ser capaz de emitir alertas e relatórios completos. Ao emitir alertas logo que uma rede enfrenta sobrecarga de utilização, o que provoca gargalos na banda da rede, ela irá garantir ao gestor de TI tomar medidas corretivas e até mesmo – os diretores financeiros não irão gostar – solicitar a ampliação da infra para garantir o andamento das atividades relacionadas aos negócios.
Se a pane do Speedy pôde ensinar alguma coisa, foi que as panes acontecem e que as empresas necessitam de planos de emergência, as chamadas redundâncias, para garantir que nada pare de funcionar.
Já imaginou se o servidor de email sofre uma pane e o seu “conserto” demore mais de algumas horas? Certamente os negócios serão paralisados. Quando o administrador de TI possui uma visão geral de seu parque de TI e tem planos bem elaborados para garantir o business continuity, ele está sempre um passo à frente.
O conhecimento e o controle sobre tudo o que ocorre na rede é a alma do negócio para os gestores de TI. Saber quais aplicações e equipamentos estão provocando os gargalos ajuda na identificação de possíveis futuras falhas na rede. E quando um chamado lhe é feito pelo usuário final, a solução já está pronta para ser adotada.